O uso da Maconha na adolescência realmente traz impactos psicológicos?

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Um estudo recente revisou o impacto a longo prazo do uso de maconha em 23mil adolescentes e foi publicado numa das foi publicado em uma das melhores revistas de psiquiatria do mundo, JAMA.

A pesquisa foi realizada em adolescentes usuários de maconha em comparação com adolescentes não usuários, os resultados foram:
-Risco 37% maior de desenvolver depressão na idade adulta;

-Risco 50% maior de ideação suicida na idade adulta;

-Risco de tentativa de suicídio triplicado na vida adulta;
A Conclusão dos autores: “A alta prevalência de adolescentes consumindo cannabis gera um grande número de adultos jovens que podem desenvolver depressão e comportamento suicida atribuíveis à cannabis. Este é um importante problema de saúde pública, que deve ser adequadamente abordado pelas políticas de saúde pública”.

Enfatizam que as políticas de prevenção devem “educar os adolescentes a desenvolver habilidades para resistirem à pressão do grupo para usarem drogas”.

Para mais detalhes leia aqui: https://jamanetwork.com/journals/jamapsychiatry/article-abstract/2723657

Alimentação saudável na gravidez e o desenvolvimento cerebral dos bebês

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Um estudo sueco publicado no mês passado na revista médica (JAMA)  indicou que mulheres que sofrem de anemia no início da gravidez possuem grandes chances de terem filhos com autismo, transtorno de déficit de atenção, TDAH e até mesmo deficiência intelectual.

O estudo se baseia no fato de que: Diferentes partes do cérebro e sistema nervoso se desenvolvem em diferentes momentos da gestação, portanto, um histórico dessa deficiência nutricional da mãe, principalmente no início da gravidez pode de alguma forma afetar o desenvolvimento cerebral da criança.
Avaliando mais de 300 mil mães e 500 mil filhos nascidos na Suécia, o estudo conclui que as mães com anemia nos períodos iniciais da gestação têm 44% mais chances de filhos com Autismo e 37% mais risco de filhos com TDAH que as mães sem anemia.
Para as mulheres diagnosticadas com anemia no início da gravidez, cerca de 5% dos filhos foram diagnosticados com autismo, em comparação com 3,5% dos filhos de mães sem anemia.
Para o TDAH, foi de 9,3%, contra pouco mais de 7%, e para a deficiência intelectual, 3%, contra 1,3%, respectivamente.

Pesquisas como essa nos alertam como a nutrição materna é imprescindível para o desenvolvimento das crianças, o corpo da mãe nutre e guia o desenvolvimento de todos os sistemas do corpo, inclusive o sistema nervoso e cerebral do bebê, portanto se for engravidar… Alimente-se super bem e procure um nutrólogo ou nutricionista!

 

 

 

 

BURNOUT

BURNOUT

 

BURNOUT.
Você conhece esse termo?
A síndrome de Burnout possui sua principal característica o estado de tensão emocional e estresse provocado por condições de trabalho desgastante, tanto quanto físicas e emocionais.
 
A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.
Lembrem-se, nenhum salário vale a sua saúde mental.
Se você não está confortável em seu ambiente de trabalho e não se sente bem para falar, a terapia é uma ótima escolha para a sua vida e bem estar.
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Comportamento Parental e a Influência Sobre os Filhos

Neste último mês a revista “Nature Human Behaviour” publicou resultados de um estudo que aprofunda e comprova o que a ciência comportamental infanto-juvenil tem demonstrado há alguns anos.

Um comportamento adequado dos pais em direção aos filhos tem impactos no bem-estar e na saúde mental dos filhos. E estes impactos não são pequenos. Os autores norte-americanos e canadenses avaliaram diversos aspectos relacionados à relação entre pais e filhos, em mais de 13.000 adolescentes e jovens e verificaram que maiores níveis de satisfação na relação entre pais e filhos estiveram associados a uma melhora no bem-estar, menor risco de adoecimento mental, transtornos alimentares, sobrepeso e uso de maconha.
Além disso, maiores níveis de respeito dos filhos para com os pais e frequência regular de jantares em família estiveram associados a um maior bem estar, menos sintomas depressivos, menores níveis de comer em excesso e comportamentos sexuais de risco. 
Este é mais um estudo que comprova a importância da orientação de pais para um cuidado adequado aos filhos. Será que você tem sido um bom pai/mãe? Será que tem agido adequadamente ante aos problemas do dia-a-dia que acontecem com seus filhos?

 

Autor: 

Dr Felipe Pinheiro de Figueiredo 
CRM: 31918 |RQE: 17208  |RQE:17215

 

Trabalho voluntário melhora a saúde mental

Indivíduos com mais de 40 anos que se envolvem com voluntariado têm menos problemas emocionais.

 

Thiago Almeida

Uma pesquisa publicada na revista científica British Medical Journal Open sugere que o voluntariado a partir da quarta década de vida é benéfico para a saúde mental. Em testes que avaliavam bem-estar e estabilidade emocional realizados de 1996 a 2008, os estudiosos observaram que o pessoal com mais de 40 anos envolvido em um trabalho voluntário apresentava notas mais altas do que a turma sem esse costume. No total, foram obtidas 66 343 respostas.

O curioso é que, quanto mais avançada a idade, mais os atos de caridade impactavam na cabeça. Isso ocorreria porque essas práticas estimulam o contato social e oferecem um senso de propósito — dois pontos que às vezes faltam aos mais velhos. Por outro lado, o efeito positivo para o equilíbrio mental não foi encontrado nos indivíduos mais novos. Segundo os experts, as atividades assistenciais sem remuneração seriam vistas apenas como uma obrigação entre parte da população jovem. Mas, com uma mudança de postura, esses momentos têm tudo para ser relaxantes em qualquer faixa etária.

(Fonte:https://saude.abril.com.br/medicina/trabalho-voluntario-melhora-a-saude-mental/)

Como resolver conflitos entre pais e filhos na adolescência?

A adolescência é uma das fases mais difíceis da relação entre pais e filhos, que geralmente travam uma complicada guerra entre quem busca permissão/aprovação e quem proíbe/desaprova. Por conta disso, este período da vida costuma ser chamado de “aborrecência”.

Os pais geralmente se sentem aborrecidos porque é nesta fase que os filhos começam a questionar tudo o que aprenderam durante a infância — desde a forma de se vestir e se comportar, até os valores e visão de mundo. É neste momento que os conflitos começam a surgir: os pais encaram esta nova forma de ver o mundo como desaforo, os filhos são vistos como revoltados e rebeldes e, por não serem compreendidos, a rebeldia acaba se tornando uma realidade.

Nesse conflito, é importante não cometer o erro de tentar encontrar um culpado. Essa é uma etapa nova e desconhecida tanto para pais quanto para os filhos, que devem superar as diferenças sem desgastar a relação familiar. Para evitar brigas desnecessárias, é fundamental ter Inteligência Emocional para administrar os conflitos com consciência.

Inteligência Emocional: como resolver conflitos entre pais e filhos adolescentes

Tenha diálogos produtivos

Uma vez que os pais já passaram pela fase da adolescência, é comum que eles falem coisas como “já passei por isso muito antes de você nascer”. Esta atitude, em vez de demonstrar compreensão, apenas expõe uma interpretação baseada em experiências diferentes e que foram vividas em outro contexto. Pais que respondem dessa maneira impossibilitam que o adolescente reflita a respeito de sua própria vida.

Como trazer consciência à situação: tenha em mente que você não pode tentar proteger o adolescente ou impedir seu sofrimento. Quanto mais você fizer isso, mais ele sofrerá na sua ausência, tornando-se um adulto inseguro e dependente. Portanto, ao falar sobre suas experiências, não se imponha e sempre peça a opinião do adolescente. Levante possibilidades, mas deixe que ele faça as suas escolhas.

Saiba que seu filho cresceu

É durante a adolescência que aparecem os primeiros namorados, e os pais sentem que perderam a atenção exclusiva dos filhos. Muitos pais têm dificuldades de aceitar que o filho cresceu e, inconscientemente, acabam criando regras e colocando limites somente para aprisionar e manter a cria por perto.

Como trazer consciência à situação: perceba se as regras e limites que você está impondo são para proteger seu filho ou para proteger a si mesmo. Lembre-se que o adolescente está na fase de experimentar e descobrir coisas novas, e este processo é muito importante para seu crescimento e desenvolvimento. Portanto, não dificulte as situações.

Seu filho não lhe amará menos porque está namorando, pois essas são formas de amar totalmente diferentes. Além disso, é fundamental confiar no adolescente sem precisar ficar de vigia: quando ele começar a sair, por exemplo, apenas certifique-se de que ele está frequentando um local seguro.

Seja quem você realmente é

Você não é perfeito e, certamente, comete erros, sente tristeza, raiva, medo e tem diversas limitações e fraquezas. Não tente manter a imagem de herói que seu filho enxergava na infância, pois é justamente nessa fase que ele começa a perceber os pais como realmente são: pessoas com todos os defeitos e qualidades. Quanto mais você tentar parecer o que não é, mais o adolescente perderá a confiança em você.

Como trazer consciência à situação: seu filho não deixará de lhe amar porque você comete erros. Comece aceitando suas limitações e suas emoções, sem escondê-las. Fale sobre como você se sente, pergunte como seu filho está e sempre tente lidar com as emoções de forma saudável e construtiva.

Seja exemplo

É muito comum encontrar pais que não largam o celular por um minuto, mas falam para os filhos usarem menos equipamentos eletrônicos. Ou então pais que exigem respeito, mas vivem brigando entre si. Lembre-se que os filhos repetem os comportamentos dos pais, e aquela velha frase “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” só acaba com a sua credibilidade.

Como trazer consciência à situação: observe se suas atitudes estão de acordo com as coisas que você cobra dos seus filhos. As pessoas não mudam com conselhos, mas com exemplos.

Direcione seu foco

Na adolescência a tendência é que aumentem as cobranças em relação aos estudos, amizades, hábitos e à construção do futuro. Nesse contexto, muitos pais acabam criticando, exigindo e cobrando em excesso. Como resultado, estabelecem uma relação rígida, tensa e que deixa as conquistas em segundo plano.

Como trazer consciência à situação: Faça críticas construtivas, sempre explicando suas exigências e cobranças. Jamais utilize frases como “faça isso porque sou sua mãe e estou mandando”. Se houver castigo, explique as razões exatas para a punição. E sempre elogie e reconheça quando o adolescente acerta. Lembre-se: “não fez mais nada que a sua obrigação” não é uma forma de reconhecimento.

Entenda comportamentos e hábitos diferentes

Seu filho está chegando em casa com cheiro de bebida, começou a fumar e tem amizades que você desaprova. Você proíbe que ele faça tudo isso, ele mente. Você descobre e castiga, ele mente ainda mais. Você não quer saber as razões, você simplesmente não aceita e causa ainda mais revolta nos filhos.

Como trazer consciência à situação: Antes de proibir qualquer coisa, converse com seu filho, perceba até que ponto esses comportamentos têm sido prejudiciais e entenda que algumas escolhas do adolescente estão fora do seu controle e fazem parte do aprendizado. Em vez de proibir, converse, respeite as escolhas do adolescente e, se perceber que a situação está saindo do controle, procure ajuda profissional.

Fonte: http://www.sbie.com.br/como-resolver-conflitos-entre-pais-e-filhos-na-adolescencia/

Uma a cada quatro gestantes sofre com problemas de saúde mental

Duas perguntas ajudam a identificar possíveis desordens e garantir equilíbrio para mãe e bebê nessa fase tão importante da vida.

Gestante triste - problemas de saúde mental na gravidez

Apesar de gratificante, a gestação não é um período nada fácil. E para 25% das mulheres, ele pode ser ainda mais delicado, acompanhado de depressão e outros transtornos que afetam a mente. Foi o que mostrou um novo estudo do King’s College London, na Inglaterra.

Os pesquisadores avaliaram 545 mulheres acima dos 16 anos por meio de testes usados no diagnóstico de distúrbios psicológicos ou psiquiátricos. Eles descobriram primeiro uma prevalência considerável de ansiedade e depressão, que atingem 15% e 11% das grávidas, respectivamente.

Além disso, apareceram casos de transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, em 2% das futuras mamães, e outras doenças menos comuns, incluindo os transtornos obsessivo-compulsivo, do estresse pós-traumático e até mesmo o bipolar. Vale dizer que as mulheres não desenvolveram as doenças por conta da gravidez, mas uma coisa está bem ligada à outra, uma vez que problemas do tipo podem interferir na saúde da mãe e do filho até a adolescência.

“O maior foco das pesquisas até agora sempre foi nas variações de humor típicas desse período, mas os profissionais de saúde também precisam estar prontos para identificar a presença de desordens mentais na gestante”, explica Louise Howard, psiquiatra e autora principal da pesquisa. A ideia dos cientistas é que o trabalho não só reforce a importância dessa investigação, mas aponte um caminho mais simples para ela.

Duas perguntas

O estudo comparou métodos mais complexos de diagnóstico de desordens do tipo com o método de Whooley, que usa apenas duas questões para averiguar se há algum risco para a saúde mental escondido em uma simples tristeza ou comportamento diferente:

  • No último mês, você se sentiu incomodada por estar triste, para baixo ou desesperançosa?
  • No mesmo período, você sentiu menos prazer ou interesse em fazer as coisas que faz geralmente?

Se a resposta para essas perguntas for sim, a recomendação é que o médico apure melhor a situação e, se necessário, encaminhe a gestante para outro profissional, como um psiquiatra ou psicólogo. Mais importante do que isso é, ainda, garantir um espaço seguro para que a mulher possa se abrir e perguntar sobre a saúde mental sem fazer julgamentos.

Diagnosticar precocemente, dar suporte e acompanhar cada caso é a melhor maneira de garantir que mãe e filho tenham uma mente equilibrada e uma vida feliz pela frente.

Fonte: https://bebe.abril.com.br/gravidez/uma-a-cada-quatro-gestantes-sofre-com-problemas-de-saude-mental/

Ansiedade: sintomas, causas, tratamento, tem cura?

A ansiedade faz parte da vida de todos nós e, em certo nível, pode ser considerada saudável. É ela que nos ajuda a ter pontualidade nos compromissos, resolver uma questão que nos preocupa ou fugir de situações arriscadas, por exemplo.

O problema desse estado surge quando ela se torna excessiva e as pessoas passam a se preocupar demais. Tudo começa a parecer mais perigoso, difícil e preocupante, mesmo aquelas coisas que não representam riscos reais.

Mas como saber se sua ansiedade ultrapassou os limites e você precisa ter mais atenção com a sua saúde emocional? Neste post trouxemos informações completas sobre o tema. Aproveite!

O que é a ansiedade? Ela tem cura?

Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), o sentimento de ansiedade é a antecipação de alguma ameaça futura. Ela está muito associada ao o medo e gera sensações de tensão.

Além disso, no momento em que sentimos ansiedade começamos a nos comportar com cuidado, buscando fugir da sensação desagradável. Assim, procuramos formas de evitar os ambientes, atividades, pessoas e coisas que nos causam temor.

Em alguns casos, esses estados emocionais acontecem em maior frequência ou persistem por muito tempo. Assim, deixam de ser considerados adaptativos e se tornam sintomas do chamado transtorno de ansiedade.

Para pessoas com essa condição, muitas situações comuns passam a envolver extremo estressee tensão física e psicológica. Andar de ônibus ou fazer uma prova, por exemplo, pode ser um grande desafio neste caso.

Mas a ansiedade é só um tipo de medo?

É importante frisar que a ansiedade é uma resposta emocional provocada pelo medo. Só que o medo clássico, aquele que sentimos quando nos assustamos com um filme, por exemplo, é algo momentâneo que acontece quando identificamos algum perigo.

A ansiedade é diferente. Ela é uma sensação constante de medo em relação ao futuro, é um receio de que algo possa acontecer. Graças a isso, esse estado psíquico não cessa com facilidade, já que não dá para fugir do que o está causando.

Existe motivo para a ansiedade aparecer?

Aaron Beck, psiquiatra e pai da Terapia Cognitiva, em seu livro “Terapia Cognitiva para os Transtornos de Ansiedade” nos mostra que o medo e ansiedade não surgem ao acaso. Eles são fruto da experiência de vida de cada pessoa.

Questões, como a forma de lidar com a família, amigos, trabalho, tarefas de casa e organização de tempo influenciam na maneira em que vivenciamos os medos e a ansiedade.

Além disso, o imediatismo, o excesso de tarefas acumuladas e as cobranças constantes por parte de familiares, colegas de trabalho e supervisores pode, sim, impactar na maneira em que a ansiedade se manifesta.

Qual é o problema desse estado psíquico?

Essa constante sensação de avaliação que vivemos nos faz pensar no futuro a todo momento. Isso tira nosso foco do momento atual e leva a pensamentos como:

  • “E se eu não conseguir aquele emprego?”;
  • “E se eu não comprar aquele carro?”;
  • “E se eu chegar atrasada?”;
  • “E se o chefe me demitir?”.

Todos esses “e se” têm causado muitos sintomas e dificuldades de enfrentar certas situações. Eles levam para nosso corpo todas essas questões externas, gerando um ciclo vicioso de preocupações, estresse, angústias, tristezas, medo e desamparo.

Fonte: https://www.psicologiaviva.com.br/blog/ansiedade/

Aprendendo a lidar com as divergências de gostos e de opiniões

Uma relação de casal surge quando duas pessoas decidem projetar juntas suas vidas. Por isso, é fundamental que o casal edifique uma série de pilares sólidos e robustos sobre os quais possam construir todos os seus projetos em comum. O concreto para estes pilares é a negociação e o acordo, os tijolos são o amor, o respeito e o entendimento.

Por que um relacionamento fracassa?

Com frequência, as relações de casal fracassam porque faltam os pilares do relacionamento, ou seja, porque nunca chegaram a estabelecê-los e, portanto, o casal não possui uma base que lhes dê estabilidade e segurança dentro da relação.

O fracasso, em muitos casos, se deve à falta de um acordo entre ambos os membros da relação, um acordo que estabeleça os pilares. Portanto, muitos relacionamentos fracassam porque a estrutura que supostamente manterá as pessoas unidas como um casal é inexistente; a relação não tem uma base que a sustente.

Quando estabelecer os pilares do relacionamento?

É conveniente que os pilares do relacionamento sejam estabelecidos no início do mesmo, quando as pessoas que o compõem estiverem se conhecendo. Nesse momento, é imprescindível dialogar, conhecer mais profundamente um ao outro e chegar a acordos que satisfaçam a ambos os membros.

Quando é necessário repensar os pilares do relacionamento?

Os pilares do relacionamento equivalem às rodas de um caminhão: se um pilar falhar por algum motivo, é preciso revisar todos os outros, já que a união do casal está em perigo.

Com frequência, o casal ainda continua a se relacionar por um tempo, mesmo com a ausência de algum pilar, mas com a deterioração que isto implica, a relação acaba se rompendo e causando sempre uma ruptura muito dolorosa.

Quais são os 9 pilares fundamentais das relações amorosas?

Falaremos de 9 pilares do relacionamento, mas eles podem ser tantos quantos cada casal considerar adequado. Estabelecer estes pilares mínimos que detalharemos a seguir é fundamental para que o casal possa desfrutar da felicidade no convívio.

1. Amor

O amor é um pilar fundamental, tanto quanto qualquer um dos restantes. Para estabelecer este pilar é imprescindível que existam sentimentos fortes entre as duas pessoas.

Para que o amor seja um pilar forte e seguro temos que saber que, ao longo das diferentes etapas do relacionamento, este irá variando em sua manifestação, no entanto, o sentimento irá se fortalecendo com o passar do tempo se os outros pilares do relacionamento se mantiverem estáveis.

2. Comunicação

comunicação é o canal mediante o qual o casal resolverá suas diferenças e crescerá tomando decisões e chegando a acordos satisfatórios para ambos.

Convém estabelecer momentos exclusivos para que o casal se comunique, compartilhe e decida em conjunto, já que este pilar é imprescindível para que o resto dos pilares do relacionamento se mantenham.

Comunicar-se supõe escutar e expressar sentimentos, um pilar básico para nos conhecermos realmente e potencializarmos a confiança entre os membros da relação.

3. Respeito

O respeito entre ambos os membros da relação está implícito nas relações dos casais que se mantêm por um longo tempo juntos, que crescem e que prosperam de forma feliz.

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os pilares do relacionamento

6. Ser você mesmo

Ser membro de uma relação amorosa em nenhuma hipótese supõe deixar der ser você mesmo. Para isso, é conveniente expressar claramente quem se é, quanto aos gostos, opiniões, ideologia, valores individuais, relações sociais, etc.

O relacionamento tem que ser um lugar seguro onde seja possível ser você mesmo, compartilhando com o parceiro/a em certos momentos e, em outras ocasiões, mantendo tempo, espaço e atividades próprias, não compartilhadas com o outro membro da relação.

7. Liberdade

Em qualquer relação de casais emocionalmente saudáveis, a liberdade pessoal segue existindo. Cada membro deve decidir permanecer na relação por vontade própria, como também cabe decidir em conjunto quais serão os pilares do relacionamentoA pessoa não perde a liberdade, ganha uma pessoa com quem compartilhá-la.

8. Sonhos e projetos compartilhados

O casal cresce quando tem projetos e sonhos compartilhados. Quando o casal decide compartilhar projetos e lutar por eles, o sentimento de união entre ambos aumenta, já que descobrem que a união faz a força e que chegam mais longe juntos do que separados.

Caminhar rumo a um projeto pode não ser fácil, mas será muito satisfatório para o casal quando os outros pilares estiverem firmes e contribuírem para a solidez e a segurança do casal.

9. Fidelidade

fidelidade é um acordo e uma forma de viver as relações sexuais e afetivas. Só compete ao casal decidir como quer definir este pilar, sendo condição indispensável que seja um acordo mútuo, com o qual ambos se sintam seguros e com confiança plena no outro.

FONTE: https://amenteemaravilhosa.com.br/os-9-pilares-do-relacionamento/