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Como resolver conflitos entre pais e filhos na adolescência?

A adolescência é uma das fases mais difíceis da relação entre pais e filhos, que geralmente travam uma complicada guerra entre quem busca permissão/aprovação e quem proíbe/desaprova. Por conta disso, este período da vida costuma ser chamado de “aborrecência”.

Os pais geralmente se sentem aborrecidos porque é nesta fase que os filhos começam a questionar tudo o que aprenderam durante a infância — desde a forma de se vestir e se comportar, até os valores e visão de mundo. É neste momento que os conflitos começam a surgir: os pais encaram esta nova forma de ver o mundo como desaforo, os filhos são vistos como revoltados e rebeldes e, por não serem compreendidos, a rebeldia acaba se tornando uma realidade.

Nesse conflito, é importante não cometer o erro de tentar encontrar um culpado. Essa é uma etapa nova e desconhecida tanto para pais quanto para os filhos, que devem superar as diferenças sem desgastar a relação familiar. Para evitar brigas desnecessárias, é fundamental ter Inteligência Emocional para administrar os conflitos com consciência.

Inteligência Emocional: como resolver conflitos entre pais e filhos adolescentes

Tenha diálogos produtivos

Uma vez que os pais já passaram pela fase da adolescência, é comum que eles falem coisas como “já passei por isso muito antes de você nascer”. Esta atitude, em vez de demonstrar compreensão, apenas expõe uma interpretação baseada em experiências diferentes e que foram vividas em outro contexto. Pais que respondem dessa maneira impossibilitam que o adolescente reflita a respeito de sua própria vida.

Como trazer consciência à situação: tenha em mente que você não pode tentar proteger o adolescente ou impedir seu sofrimento. Quanto mais você fizer isso, mais ele sofrerá na sua ausência, tornando-se um adulto inseguro e dependente. Portanto, ao falar sobre suas experiências, não se imponha e sempre peça a opinião do adolescente. Levante possibilidades, mas deixe que ele faça as suas escolhas.

Saiba que seu filho cresceu

É durante a adolescência que aparecem os primeiros namorados, e os pais sentem que perderam a atenção exclusiva dos filhos. Muitos pais têm dificuldades de aceitar que o filho cresceu e, inconscientemente, acabam criando regras e colocando limites somente para aprisionar e manter a cria por perto.

Como trazer consciência à situação: perceba se as regras e limites que você está impondo são para proteger seu filho ou para proteger a si mesmo. Lembre-se que o adolescente está na fase de experimentar e descobrir coisas novas, e este processo é muito importante para seu crescimento e desenvolvimento. Portanto, não dificulte as situações.

Seu filho não lhe amará menos porque está namorando, pois essas são formas de amar totalmente diferentes. Além disso, é fundamental confiar no adolescente sem precisar ficar de vigia: quando ele começar a sair, por exemplo, apenas certifique-se de que ele está frequentando um local seguro.

Seja quem você realmente é

Você não é perfeito e, certamente, comete erros, sente tristeza, raiva, medo e tem diversas limitações e fraquezas. Não tente manter a imagem de herói que seu filho enxergava na infância, pois é justamente nessa fase que ele começa a perceber os pais como realmente são: pessoas com todos os defeitos e qualidades. Quanto mais você tentar parecer o que não é, mais o adolescente perderá a confiança em você.

Como trazer consciência à situação: seu filho não deixará de lhe amar porque você comete erros. Comece aceitando suas limitações e suas emoções, sem escondê-las. Fale sobre como você se sente, pergunte como seu filho está e sempre tente lidar com as emoções de forma saudável e construtiva.

Seja exemplo

É muito comum encontrar pais que não largam o celular por um minuto, mas falam para os filhos usarem menos equipamentos eletrônicos. Ou então pais que exigem respeito, mas vivem brigando entre si. Lembre-se que os filhos repetem os comportamentos dos pais, e aquela velha frase “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço” só acaba com a sua credibilidade.

Como trazer consciência à situação: observe se suas atitudes estão de acordo com as coisas que você cobra dos seus filhos. As pessoas não mudam com conselhos, mas com exemplos.

Direcione seu foco

Na adolescência a tendência é que aumentem as cobranças em relação aos estudos, amizades, hábitos e à construção do futuro. Nesse contexto, muitos pais acabam criticando, exigindo e cobrando em excesso. Como resultado, estabelecem uma relação rígida, tensa e que deixa as conquistas em segundo plano.

Como trazer consciência à situação: Faça críticas construtivas, sempre explicando suas exigências e cobranças. Jamais utilize frases como “faça isso porque sou sua mãe e estou mandando”. Se houver castigo, explique as razões exatas para a punição. E sempre elogie e reconheça quando o adolescente acerta. Lembre-se: “não fez mais nada que a sua obrigação” não é uma forma de reconhecimento.

Entenda comportamentos e hábitos diferentes

Seu filho está chegando em casa com cheiro de bebida, começou a fumar e tem amizades que você desaprova. Você proíbe que ele faça tudo isso, ele mente. Você descobre e castiga, ele mente ainda mais. Você não quer saber as razões, você simplesmente não aceita e causa ainda mais revolta nos filhos.

Como trazer consciência à situação: Antes de proibir qualquer coisa, converse com seu filho, perceba até que ponto esses comportamentos têm sido prejudiciais e entenda que algumas escolhas do adolescente estão fora do seu controle e fazem parte do aprendizado. Em vez de proibir, converse, respeite as escolhas do adolescente e, se perceber que a situação está saindo do controle, procure ajuda profissional.

Fonte: http://www.sbie.com.br/como-resolver-conflitos-entre-pais-e-filhos-na-adolescencia/

Volta às Aulas: ansiedade em Alunos pode Prejudicar a Relação Familiar

   Alunos ansiosos geralmente não desenvolvem hábitos de estudo e, quando fazem, costumam se utilizar de estratégias ineficientes, estudando por mais tempo e com menos qualidade. A falta de aptidão para estabelecer as próprias metas, planejar, direcionar e monitorar seus esforços tem como consequência um baixo desempenho que, quando recorrente, pode levar ao fracasso escolar.

  Para a família, este cenário é bastante preocupante, pois tais alunos podem apresentar reações como impulsividade, agressividade, oposição, inquietude e que frequentemente geram conflitos em casa.

 O desafio da família em lidar com a situação
Estudar é um trabalho que requer esforço não só dos alunos mas também dos pais, de quem se espera apoio e orientação. Um ambiente familiar favorável precisa fornecer motivação e valorização dos momentos de estudos, além de estrutura física adequada. É também imprescindível que a família entenda que a forma como se estuda é mais importante do que o tempo gasto no processo.
Como os pais conseguem conciliar todos esses desafios com a dinâmica familiar?
Para Júnior Pacheco, educador especialista em acompanhamento escolar há mais de 10 anos, é realmente um desafio para os pais encontrar suporte e orientação adequados: “Os pais se sentem sozinhos na tarefa de conciliar dinâmica familiar com todos estes desafios que se tornam ainda maiores quando se tem mais de um filho. A falta de orientação de qualidade à família é bastante comum e o suporte oferecido pela escola tradicional normalmente é ineficiente e inespecífico.”
Com o propósito de preencher esta lacuna, existem espaços educacionais especializados neste apoio à família, onde profissionais multidisciplinares oferecem auxílio para o desenvolvimento de Estratégias de Aprendizagem personalizadas, ressignificando a relação de cobrança dos pais sobre os filhos.
 Estratégias de Aprendizagem como solução

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Estratégias de aprendizagem são técnicas para facilitar a aquisição, armazenamento e utilização da informação com o propósito de se atingir os objetivos de aprendizagem. A maneira mais comum de se estudar é utilizando as estratégias chamadas de cognitivas, como repetições, cópias, paráfrases e resumos.
Estudos mostram, porém, que só as estratégias cognitivas não são suficientes. Neste contexto, o Força Ensino Personalizado – espaço de apoio escolar na região do Morumbi, em São Paulo – atua de forma mais completa, visando apoiar as famílias no desafio de melhorar o desempenho escolar dos jovens, amenizando quadros de ansiedade e conflitos familiares como consequência.
“Aqui no Força, conseguimos enxergar o aluno em sua individualidade. Podemos, a partir disso, avaliar quais as melhores estratégias de aprendizagem para cada caso. Isso envolve, além das cognitivas, estratégias metacognitivas, com planejamento de estudo, sua monitoração e manutenção. Como resultado, temos estudantes mais autônomos que conhecem e sabem utilizar estas estratégias, realizam atividades mais produtivas e se tornam mais bem preparados para lidar com avaliações e provas. Isso diminui muito o desgaste pessoal e familiar!” –  afirma Maíra Portella, Coordenadora Pedagógica do Força Ensino Personalizado.
O espaço atua com mais de 500 alunos por ano, com atendimentos individuais e em pequenos grupos, aplicando as estratégias de aprendizagem com os objetivos de desenvolver a autonomia e amenizar a ansiedade causada pelos estudos, melhorando assim a performance dos alunos. A equipe também seleciona franqueados interessados em fazer diferença na vida dessas famílias, expandindo o trabalho para outras regiões de São Paulo e do Brasil.
Maíra reforça ainda que as estratégias de aprendizagem são extremamente relevantes, mas não o suficiente em todos os casos: “variáveis psicológicas e motivacionais também devem ser levadas em conta e, por isso, contamos também com o apoio multidisciplinar de profissionais especializados nessas áreas, como psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos e coaches”.
Voltar às aulas com esse apoio pode garantir um ano escolar muito mais tranquilo, com mais momentos para as famílias serem mais família! 

Adaptação do texto: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/volta-as-aulas-ansiedade-em-alunos-pode-prejudicar-a-relacao-familiar/

O QUE FAZER PARA RESPEITAR A IDENTIDADE DE FILHOS GÊMEOS?

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Roupas iguais, brinquedos compartilhados, frequentar a mesma escola. A vida de gêmeos não é fácil.

Sempre estão defronte a um espelho vivo, um outro que é idêntico a si, mas que não é igual. O outro tem vontade própria.

Apesar de compartilharem cargas genéticas iguais e muitas vezes terem mais que semelhanças físicas (trejeitos e reações podem ser similares), o toque final na personalidade de todas as pessoas é ambiental. E, dia a dia, o ambiente impõe novas adaptações e novas respostas. Em pouco tempo as diferenças aparecem e igual mesmo, só na aparência.

“Por um lado dá para entender os pais que fazem os filhos gêmeos usarem roupas iguais ou compartilhar os mesmo objetos e brinquedos. É uma questão prática: evita brigas na hora de escolher a camiseta, diminui os custos e como são da mesma idade, os brinquedos indicados são basicamente os mesmos”, explica Sylvia van Enck, psicóloga clínica especialista em Terapia Familiar. “Mas promover diferenciações e os limites de espaço de cada um é importantíssimo para essas crianças, principalmente com o passar dos anos”, diz.

Para a psicóloga, a primeira coisa que os pais devem se policiar é em não promover comparações. “Já basta eles se enxergarem, o tempo todo, um no outro. O ideal é valorizar as diferenças como algo positivo e não fazer comparações o tempo todo”, alerta a especialista. Gêmeos podem ter gostos diferentes, reagir diferentemente: um irmão pode gostar de matemática, outro preferir geografia, por exemplo.

Separados na escola

Por isso mesmo o ideal é que gêmeos não estudem na mesma classe. Isto amplia as possibilidades de compor uma identidade própria. “E assim como a cumplicidade latente que a relação entre irmãos gêmeos, as brigas e discussões também são mais intensas. Estar na mesma classe poderia ser nocivo”, afirma Sylvia.

As brigas, diz a especialista, muitas vezes se dão para definir os limites do outro. A não concordância com determinada postura do outro pode ser violenta. “É também uma forma de mostrar para os pais que eles, os irmãos, não querem ser tratados iguais. Isto sem contar questões relativas a ciúmes, cobrança de atenção ou disputa por algo com o irmão”, completa.

Para lidar com todas essas situações a psicóloga sugere que os pais sempre enfatizem diferenças mínimas desde cedo:

• Alterar cores de roupas, ou detalhes e acessórios que as crianças escolham.
• Tentar observar os gostos particulares, como preferência por um ou outro esporte (ser irmão não significa ser uma dupla ou um time).
• Passar um tempo com os filhos (ou filhas) em separado, para que ambos se sintam atendidos em sua necessidade por atenção.
• Evitar deixar as pessoas ao redor chamarem ambos pelo coletivo “os gêmeos”: o nome (e a identidade) de cada um deve ser sempre valorizado.
• Definir espaços (como lados do quarto) e brinquedos diferentes, até mesmo propondo divisões físicas nos armários e etiquetagem de alguns brinquedos ou objetos.
• Acompanhar o progresso escolar como quem acompanha duas pessoas diferentes: as notas não precisam ser iguais, as matérias do gosto de cada um também não.

(Fonte:http://manualdacrianca.com.br/o-que-fazer-para-respeitar-identidade-de-filhos-gemeos/)

Saúde Mental em Foco – Entrevista Drª Giovana Jorge Garcia

Recentemente a Drª Giovana Jorge Garcia participou do programa Saúde Mental em Foco da rádio UEM. O assunto abordado durante a entrevista foi “Transtornos Mentais: Conhecendo melhor os caminhos para o diagnóstico e o tratamento adequado”.
Ouça a reportagem completa.

Por que nós bocejamos?

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O bocejo é uma ação involuntária e pode vir do nada ou em momentos de cansaço, e ainda pode ser contagioso, tornando quase impossível não bocejar quando vemos outra pessoa bocejando.

Descobriu-se que o ato de bocejar não é limitado apenas aos adultos, já que até fetos bocejam durante os seus primeiros meses de vida, ainda dentro da barriga de suas mães. Além disso, alguns animais também realizam tal reflexo, como cachorros, vacas, macacos e gatos. Através de tais fotos foi estabelecida uma constatação de que o bocejo é uma das reações mais primitivas dos animais. Mas, o que muitas pessoas não sabem, é qual a sua real função.

1) O que causa o bocejo? 

O bocejo para muitos está ligado exclusivamente a situações de grande cansaço e sono, apesar de ter certa frequência em situações como essa, o bocejo não é exclusividade de quem tem sono. O bocejo é um sinal de que os nossos corpos se mantenham alertas, e estão conectados a situações em que precisaremos de atenção extra. Um exemplo concreto disso é o fato de que foram analisados soldados bocejando minutos antes de pular de paraquedas.

Portanto, o bocejo é um estímulo para a alteração de um estado psicológico, fornecendo mais atenção para determinadas situações, como, sono ou momentos de grande ansiedade.

2) Por que bocejar é contagioso?

Só de você olhar a imagem que está acima, dá uma vontade de bocejar! Não é? Porém, não existem muitos dados na medicina sobre o porquê o ato de bocejar é tão contagioso e involuntário, porém há algumas teóricas que podem nos ajudar a entender esse fenômeno.

A empatia é a capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa, portanto, quando vemos outra pessoa bocejamos fazemos isso automaticamente por uma questão de proximidade, foi também analisada, que o contágio é reduzido quando não possuímos vínculo com a pessoa, ou seja, se você visse a sua mãe bocejando seria mais provável que boceje do que se visse um colega de trabalho.

Uma forma encontrada de provar essa teoria foi o fato de que crianças com menos de 5 anos são imunes a esse contágio, isso porque elas ainda não desenvolveram por completo a habilidade da empatia.

3) Bocejo pode ser uma forma de comunicação que estamos cansados

Já foi dito que a estímulo de bocejar é um dos atos mais primitivos encontrados, porém nessa teoria ele não é apenas um ato, se torna uma forma comunicacional.

Quando situações em que envolvessem sono, cansaço, perigo, ansiedade ou fome, o ato de bocejar comunicaria a todos sobre essas situações. Essa seria uma das formas de comunicação mais primitivas encontradas para se compartilhar situações de alerta.

Fonte: Blog Biosom.

 

 

Dicas para aproveitar melhor sua consulta

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Para que você possa aproveitar melhor o tempo de sua consulta, listamos algumas dicas que podem contribuir para um melhor andamento de todo o tratamento:

- Com relação aos horários, procure sempre ser pontual. Atrasos ou adiantamentos podem causar transtornos, tanto para você, quanto para outros pacientes. Programe-se para chegar no horário marcado.

- A presença de um acompanhante é benéfica na maior parte dos atendimentos. Geralmente, um familiar, um amigo ou outro alguém com proximidade e interesse em sua saúde contribui com informações úteis e relevantes sobre o seu problema.

- Conte sua história no tempo certo! Faça um resumo do seu problema antes da consulta. Se possível anote o máximo de fatos em ordem cronológica. Isso ajuda para que nenhum detalhe importante fique esquecido.

- Anote também suas dúvidas e perguntas, assim o médico pode lhe orientar com calma e clareza. Afinal, ele está ali para lhe ajudar.

- Lembre-se da medicação: Anote todos os medicamentos que você toma habitualmente ou tomou enquanto esteve fazendo acompanhamento médico, mesmo se aparentemente, não achar que tenha relação com o seu quadro atual.

- Leve todos os exames relacionados ao seu problema atual, inclusive os antigos. Assim, o seu médico poderá chegar a um diagnóstico e a um tratamento com maior precisão e eficácia.

- Tire todas as suas dúvidas na consulta. Se precisar, anote o que o médico lhe disse. E lembre-se: o resultado do tratamento depende do comprometimento do paciente em seguir as recomendações médicas.